quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Sobre um amor

E será nas proximidades

Do que chamam de armeiro

Do ano, anti-segundo mês

Após o vigésimo terceiro.

Virá a solenidade

Que durará mais de mês

Passará da data

Lá pelo terceiro mês.

E então ocorrerá

O que de sublime pode acontecer

Menos que o ideal

Mais do que não se pode ver.

E selará para sempre

O que certa vez foi dito

Anotado, registrado

E ainda mais, prometido.

E da extraviada passará

Algum espaço a mais

Dessa vez não entornará

Esquecê-la, jamais.

A resposta está aí

Se pode perceber,

Só não percebe o cego que não quer ver.

Ela se encontra

Perdida nas entrelinhas

Fique com as tentativas, amor

Porque a resposta é só minha!

Nenhum comentário:

Postar um comentário