
E será nas proximidades
Do que chamam de armeiro
Do ano, anti-segundo mês
Após o vigésimo terceiro.
Virá a solenidade
Que durará mais de mês
Passará da data
Lá pelo terceiro mês.
E então ocorrerá
O que de sublime pode acontecer
Menos que o ideal
Mais do que não se pode ver.
E selará para sempre
O que certa vez foi dito
Anotado, registrado
E ainda mais, prometido.
E da extraviada passará
Algum espaço a mais
Dessa vez não entornará
Esquecê-la, jamais.
A resposta está aí
Se pode perceber,
Só não percebe o cego que não quer ver.
Ela se encontra
Perdida nas entrelinhas
Fique com as tentativas, amor
Porque a resposta é só minha!
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